“O que quer dizer, então, que a arte foi além de si mesma?
Significa verdadeiramente que a arte se tornou para nós um passado? Que ela
desceu nas trevas de um definitivo crepúsculo? Ou quer dizer, na verdade, que
ela, cumprindo o círculo do seu destino metafísico, penetrou novamente na
aurora de uma origem na qual não apenas o seu destino, mas o próprio homem
poderia ser posto em questão de modo inicial?”
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