segunda-feira, 30 de março de 2015

ESFERAS ONÍRICAS

Numa lisérgica transação corrida de caminhão, não me lembro mais bem o que, como... eu mais duas pessoas, quem? um acidente surreal... caminhão seguindo montanha russa a dentro. frios na barriga pelos embalos nos trilhos... voa para uma altura extrapolante da verossimilhança, e quando cai acaba. No hospital, meio que ghost, alegorias explicam didaticamente que os que ali chegaram-chegam estão mortos-morreram. No cômico, uma criança encena à outra que ela acabara de morrer por conta de um tiro, enchendo a boca de um líquido vermelho (groselha) e logo ao beber o líquido ele vasa por vários furos pelo corpo. A criança entende o desenho e logo sorri pela sua sacada. Entendo a morte, e saio tranquilo.