sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

By Zorro

acrílica sobre tela, 20 x 40.
Feita a seis patas: minhas, da Lucy e do Zorro.

Labirintos da mente

massa e tinta acríliacas sobre tela, 1,70 x 1,00.


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Inspiração indefinida e transpiração indefinível

Traços do solo

acrílica sobre tela, 90 x 80

La cabelera

acrílica sobre tela, 70 x 50
o que é isso??

Purple trip

acrílica sobre tela, 20 x 20.

Infância

acrílica sobre tela, 30 x 40.

cambalhotas, lama, cheiro de terra molhada, sol na pele, coisas simples de viver...

Gotas

acrílica sobre tela, 20 x 30.

EXPERIENCE

Abraço amigo

fotografia com efeitos de distorção.

EU E ZORRO NA VARANDA

seguimentos do fluxo imaginativo close

seguimentos do fluxo imaginativo

acrílica sobre tela, 50 x 1,00.

tintas, cores, traços, ideias, fluindo...

Máscara close

Máscara?

acrílica sobre tela, 80 x 90.

ou apenas traços ao léu... visões que cada um vê... aquilo que quer ver...

Novo livro

- Só isso?
- Sim!


working hard... em breve alguns trechos dos novos contos-diálogos, saindo do forno...

Perspectivas

A quina

Embaraços embaraçados

acrílica sobre tela, 30 x 40.

imaginação desorientada

Veias

massa e tinta acrílicas sobre tela. 80 x 90.

segue o fluxo das ideias

Pulsa-linhas

acrílica sobre tela. 80 x 90.

apenas o pincel solto, correndo, formando espaços entre as cores... conforme o coração bate e o sangue pulsa os estímulos do pensar...

Diamond

massa e tinta acrílicas sobre tela. 30 x 40.


where is my diamond?

COLORIDO, primeiros escritos

Os contos de André Arneiro parecem tragédias escritas por um adolescente que teve um encontro inesperado com Nelson Rodrigues e Dalton Trevisan num boteco e ficou com a cabeça à deriva por muita cerveja. Misturou tudo que ouviu e leu. Saíram esses contos.

Citações loucas de histórias em quadrinhos, notícias das páginas policiais dos jornais, coisas de mangás japoneses, melodramas descabelados, personagens atravessando qualquer coerência psicológica, puro folhetim colorido. Tudo numa linguagem que não tem nenhum compromisso com o que se poderia chamar de um bom estilo e que enterra propositadamente a gramática o tempo todo, privilegiando um coloquialismo oral, tosco e direto. Ações implausíveis que rompem a coerência narrativa, criando histórias nada exemplares. Paródia, cinismo, pornografia? Difícil decidir. Esses contos são uma porrada mesmo, sem nenhuma preocupação com quem vai ler. Corra o risco. Um escritor em estado bruto a ser descoberto.

Walter Cezar Addeo

Face orgasmática

acrílica sobre tela, 30 x 40. 

Acrílica sobre tela.

Os vícios

acrílica sobre tela. 70 x 50. 

"É O SEU CACHIMBO QUE TE CONSOME"