Espaço virtual que exibe transições do pensamento, traços artísticos e filosóficos da vida.
sábado, 31 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Na corda bamba da vida
Lembrando dos gregos: nem excesso, nem abstinência: equilíbrio, moderação para uma propícia lucidez. Foco da produtividade em mente.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Citação: Schopenhauer, A arte de escrever
“Um vestígio deixado na areia por um passante: vê-se bem o caminho que ele tomou, mas para saber o que ele viu durante o caminho é preciso usar os próprios olhos”.
Sobre a leitura e os livros, “ler até ficar burro”... Que quanto mais se lê, menos se pensa... O pensamento alheio toma conta.
Mas será mesmo assim?
Quando colocamos um tema e/ou uma linguagem em foco, aprofundamos e expandimos a maneira de pensar sobre determinado assunto. A leitura ao redor de uma única ideia, sim, pode levar a uma espécie de alienação. Porque aí a mente só produz um olhar, e uma volta de bicicleta demonstra-se necessário: ver as coisas vivas e viver, sentir a vida viva.
Mas, ainda sim, é preciso usar os próprios olhos, pois é empurrando a porta que se descobre se está aberta; é mordendo o fruto que se conhece o sabor...
quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Observação: uma nota de esclarecimento aos visitantes
Comecei a pintar as telas por incentivo do amigo Tiago Cunha Fernandes, que, autodidata, começou a produzir suas telas voltando-se aos re-tratos dos rostos (com muito talento). Eu, nas férias de julho de 2011, quis experimentar a experiência de mexer com as tintas, misturar as cores na tela. Gostei da atividade e não parei mais até agora. Não tenho um tema em foco, como disse o caro amigo Walter Addeo, elas flutuam por vários rumos distintos – e eu não me preocupo com isso – pinto o que vem à mente. E, na falta do talento para o figurativo, parto ao abstrato ou ao absurdo, misturando uma coisa a outra. As produções das telas acompanham o período das postagens, já os textos, vão surgindo, assim, por aí, nos cantos da imaginação, aos poucos. E bom apetite!
quarta-feira, 7 de março de 2012
Pesadelo
Entre dois, entre vários, por fora de, pelos extremes dos, ele vai, vamos... Hora rasgando ventos, ora flutuando pelas brisas sobre. Louco, lúcido, transloucado, nunca se sabe por onde vai ir. Foi indo. Horrível noite acelerada, feia miragem, sonoras asneiras. Como vai de um ponto ao outro tão distantes, longes? que ponto é esse? Continua. Vai e não para. Alucinações momentâneas que taram e tardam a passar voizerando e logo depois já falando baixo e na seqüência de um tempo silenciam e voltam ao “normal”. Na ressaca, a sobriedade visionaria saudável com muito tesão na vida. Os sexos oferecidos flertam sem sentido, fala tagarelice não para não, nunca sente vivas experiências trespassando… Goza até a próxima. Cabeça limpa, concentração, por que não? Buscamos, não conseguimos. Fraquezas, vontades, sexo à toa, punheta, melhor. Mulher feia não dá prazer, dá nojo, credo! Doido, melhor dormir sonhos e sair disso tudo. Sempre se vai e volta e continua nos fluxos, pula, cai, quebra, regenera, fortalece e cristaliza. Frágil, trinca nas vontades, de novo, e refloresce amando o céu… Imagina mulheres francesas, holandesas, finas, esbeltas multicultis, línguas diversas, poesia, música melodiosa e audível, nunca ouvida prosa da boa, beijo alucinógeno… E cai na pereba, risada frouxa, banguela, fedida, cerveja quente, pó que dá sono e fome de x salada sem apetite pra caminhar a digestão da tortura de engolir o amargo. Cospe o alho, lacrimeja a dor do des-sono. Enlouquece paranóia petrifica putrefação… Que é?
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