quinta-feira, 27 de junho de 2013

Adolescer

Muito estudo com as matérias? Exatas, humanas, biológicas... Tudo se confunde na magia da pluralidade, nas inter-relações e transitividades entre o céu e a terra, nas convergentes e divergentes direções e vetores transversais, que rasgam o tempo na diagonal da hipotenusa: um leão que late, são trans-intersecções... Estão certos, vocês estão mesmo no momento da dedicação aos estudos, a esse momento de avaliações... Que, na verdade, devemos todos estar sempre estudando – observando e analisando – situações, perspectivas, exemplos, teorias, possibilidades, ideias... Mais do que olhar, o mundo é daquele que tem atitude, tem-se que realizar coisas. A vida nos avalia o tempo todo, e se não estiver preparado, espere para a próxima, mas quem espera sempre cansa; aprender com o tempo, com as merdas, perdas e derrotas é uma das melhores formas de aprendizagem – para quem se reconhece no espelho. Melhor fazer acontecer. Mas saiba, são constantes os momentos de avaliações (no sentido pragmático mesmo da coisa). Após o vestibular, virá a “banca de defesa da monografia”, e, entre uma coisa e outra, estágios, amadurecimento, encontros e desencontros, paixões – quem sabe um porre e uma ressaca – e que seja eterno enquanto dure: a beleza do alvorecer. E depois outras provas e bancadas e testes sem fim: escolhas, alternativas. Aprendi e tento transmitir: foi dentro da sala de aula que brotaram os essenciais embriões para um estilo de vida: pensar. Utilizar o pensamento para criar vibrações positivas, trocando afecções com pessoas que também irão gerar positividade. Fora da sala de aula, na escola do mundo, a vida ensina: ouça o som que vem do universo – que te chama; se joga, vai fundo!     
Aos caros alunos de Campos

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