“muitas pessoas estão parando de pensar em termos de Eu:
Deus ou o homem, a substância infinita ou o sujeito finito. a morte de Deus, a
possibilidade da sua substituição pelo Homem, todas essas permutações Deus-
Homem, Homem-Deus, tudo isso se equivale. Não se é mais homem do que Deus, e um
morre com o outro”.
“É por força da admiração que se reencontra a verdadeira
crítica. Hoje, a doença das pessoas é que elas não sabem mais admirar; ou,
então, são ‘contra’, aferem tudo por seus parâmetros, e tagarelam, e escrutam.”
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