terça-feira, 9 de outubro de 2012

cut-up Deleuze, A ILHA DESERTA


“muitas pessoas estão parando de pensar em termos de Eu: Deus ou o homem, a substância infinita ou o sujeito finito. a morte de Deus, a possibilidade da sua substituição pelo Homem, todas essas permutações Deus- Homem, Homem-Deus, tudo isso se equivale. Não se é mais homem do que Deus, e um morre com o outro”.

“É por força da admiração que se reencontra a verdadeira crítica. Hoje, a doença das pessoas é que elas não sabem mais admirar; ou, então, são ‘contra’, aferem tudo por seus parâmetros, e tagarelam, e escrutam.”

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