quarta-feira, 6 de junho de 2012

Defenestrando


Infância e história. Performatizar linguagem. Experiência, domínio, discurso. Matriz recriada de sujeito. Arqueologia. Saber. História como teia discursiva. O eu do discurso não é o eu da experiência. Pulsação de vida potencializada com o campo discursivo: lidamos com discursos. Identificação entre Homem e Linguagem. O homem é falado pelo inconsciente, se manifesta pelo que não se diz. Modo de ler operante o ser da linguagem. Genealogia. Modo de operar as possibilidades da história. Vasculhar avessas perspectivas. Escavar os discursos. Quais campos do saber são valorizados. O campo do não dito. Apreender a polifonia. O outro modo de fazer História. O que tem de emergente. Rachar os discursos para não ter o estabelecido. Chegar ao inapreensível. Abraçar o dorso do abstrato. É preciso muita observação para que a observação (coisa observada) observe você. Já dito. Enfrentar as tradições. Problematizar. A terra percebe o cadáver. Exemplo intempestivo. Diz do presente. É emergente. Põe em risco o não dito. O Humano é da ordem do inacabado. A escrita pacifica as angústias nunca acabadas. Mas só ameniza. Depois explodem outras. Desenrola mito. Ser pai é narrar algo. Refrações da memória. As vozes que formam a transitividade. Alguém em relação ao outro em desabrigo. Trabalhar para potencializar a sua história de vida. A epopéia do texto: o risco de descobrir a linguagem. Acordei com uma vontadezinha de chorar. Cortes. Memória involuntária. Estupro e violação: cortar a língua e os dedos para não haver relatos. Conceitual. Sonoro. Imagético. Rítmico. O verso. Ler é criar sonhos. Escrever salvar-se do maremoto. Que esteja em brasa a mente.    


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