Entre dois, entre vários, por fora de, pelos extremes dos, ele vai, vamos... Hora rasgando ventos, ora flutuando pelas brisas sobre. Louco, lúcido, transloucado, nunca se sabe por onde vai ir. Foi indo. Horrível noite acelerada, feia miragem, sonoras asneiras. Como vai de um ponto ao outro tão distantes, longes? que ponto é esse? Continua. Vai e não para. Alucinações momentâneas que taram e tardam a passar voizerando e logo depois já falando baixo e na seqüência de um tempo silenciam e voltam ao “normal”. Na ressaca, a sobriedade visionaria saudável com muito tesão na vida. Os sexos oferecidos flertam sem sentido, fala tagarelice não para não, nunca sente vivas experiências trespassando… Goza até a próxima. Cabeça limpa, concentração, por que não? Buscamos, não conseguimos. Fraquezas, vontades, sexo à toa, punheta, melhor. Mulher feia não dá prazer, dá nojo, credo! Doido, melhor dormir sonhos e sair disso tudo. Sempre se vai e volta e continua nos fluxos, pula, cai, quebra, regenera, fortalece e cristaliza. Frágil, trinca nas vontades, de novo, e refloresce amando o céu… Imagina mulheres francesas, holandesas, finas, esbeltas multicultis, línguas diversas, poesia, música melodiosa e audível, nunca ouvida prosa da boa, beijo alucinógeno… E cai na pereba, risada frouxa, banguela, fedida, cerveja quente, pó que dá sono e fome de x salada sem apetite pra caminhar a digestão da tortura de engolir o amargo. Cospe o alho, lacrimeja a dor do des-sono. Enlouquece paranóia petrifica putrefação… Que é?
Quereria eu, que fosse um pesadelo...
ResponderExcluirEis as nuances do pensamento descritas como fratura exposta!
ResponderExcluiré... isso aí! vamo quebra tudo! o gelo no dente, o arrepio na nuca e a ressaca na cerveja!
Excluirporque sonhar no brasil só pó de dar pesa delo.
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